No passado dia 20 de Janeiro, na igreja de Nossa Senhora da Conceição em Setúbal, os Filhos da Caridade e as Irmãs Auxiliadoras da Caridade, deram início ao Ano Anizan onde celebramos os 80 anos da sua passagem para o Pai.
Foi uma celebração de Acção de Graças pela vida do Padre Anizan, pelo seu testemunho e pala missão confiada aos Filhos da Caridade e às irmãs Auxiliadoras da Caridade.
A celebração foi presidida pelo Superior Geral dos Filhos da Caridade, contou com a presença de vários membros da Congregação, dos Filhos da Caridade, que estavam em Portugal para um encontro de Formação para os diferentes Formadores da Congregação, estiveram igualmente presentes as Irmãs Auxiliadoras da Caridade bem como a Fraternidade Anizan e todos os amigos que quiseram comungar connosco esta alegria.
Foi uma celebração bastante internacional, pois contou com a animação de um grupo Cabo-verdiano, que faz parte da paróquia, que nos presenteou com os seus ritos litúrgicos, com os seus cânticos, bem como a comunidade brasileira que animaram uma boa parte dos cânticos.
Alegria, partilha, convívio não faltaram num almoço e numa tarde cheia de simplicidade e de alegria.
Tivemos a alegria da presença do Sr. Bispo de Setúbal, D. Gilberto que viveu connosco uma boa parte da tarde. Assistimos a um filme sobre a vida de Anizan, e tivemos a alegria de ouvir e testemunhar a missão vivida nos “4 cantos do mundo” pelos Filhos da Caridade e pelas irmãs Auxiliadoras da Caridade.
Nós, Auxiliadoras da Caridade e Filhos da Caridade, damos Graças a Deus pela missão que nos confiou, pelo povo com quem comungamos as alegrias, as dores de cada dia e por Se revelar no Rosto de todos os que encontramos dia a dia.
Domingo, 27 de Janeiro de 2008
Abertura do Ano Anizan
Etiquetas:
anizan,
Anizan Auxiliadoras da Caridade,
Padre Anizan
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
1 comentários:
Como membro da Fraternidade Anizan, apenas pude estar presente da parte da tarde… a legendagem do filme sofreu alguns percalços com o computador e só consegui completá-la mesmo a tempo de se exibir o filme.
Gostei das partilhas e de sentir os diferentes tons nos registos segundo cada país. Mas sempre o mesmo apelo e quem chama, sempre a fragilidade humana sofrendo com a surdez dos que se afastam desse chamamento…
Enviar um comentário